Violência psicológica conjugal


O casamento ou a vida conjugal contemporânea são atravessados pela intolerância, e por vários fatores que podeminduzir à ação violenta
Em casais, geralmente o marido exerce o domínio pela opressão física da mulher. Já no caso da esposa, a dominação feminina pode ser praticada pela desqualificação das competências sexual e profissional do homem
No entendimento da filósofa Marilena Chaui, a violência é deliberada como uma relação de força qualificada em um polo pela dominação e no outro pela coisificação, que aponta a atitude de quem detém o domínio de anular o outro na sua condição de sujeito, ao (querer³) submetê-lo a sua vontade. Em casais, a dominação masculina pode ser exercida pela opressão física da mulher; e a dominação feminina pode ser praticada pela desqualificação das competências sexual e profissional do homem. Assim, a violência conjugal, também, sucede em todos os níveis socioeconômicos, porém é exacerbada no segmento de baixa renda, na medida em que as dificuldades financeiras, a miséria e as desestruturações familiares favorecem alterações psicológicas, por exemplo: instabilidade no humor, comportamentos agressivos nos indivíduos, espancamento, brigas, etc.
O casamento ou a vida conjugal contemporânea são atravessados pela intolerância, e por vários fatores que podem induzir à ação violenta, por exemplo, falta de respeito, mentira, manipulação, fadiga, irritação mesquinha com qualquer coisa à nossa volta, sobretudo com o outro, e iminência da violência. A incomunicabilidade e o cultivo de sentimentos negativos podem também deflagrar tanto manifestações de violência física quanto psicológica ou ambas, por exemplo, um cônjuge intimidar o outro dando um soco na parede ou no móvel, gritando: "Me deixa em paz". Ou dar uma facada, um tiro; ou xingar: "Sua/ seu cretina(o)"

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