Consequências psicológicas do aborto








Como muitas mulheres acabam por utilizar a repressão como meio de lidar com o que sentem, a procura de ajuda psiquiátrica pode ocorrer muito depois do aborto ter sido realizado.
Estes sentimentos reprimidos, no entanto, podem induzir doenças psicossomáticas ou psiquiátricas noutras áreas da sua vida.
Uma sondagem realizada a 260 mulheres, muitas das quais procuravam informação sobre aconselhamento pós-aborto e que já se tinham submetido a pelo menos um aborto enquanto adolescentes, mostrou que de uma forma geral estas mencionaram ter:
    “flashbacks” relativos ao momento do aborto,
    crises de histeria,
    sentimento de culpa,
    medo do castigo de Deus,
    receio pelas suas própria crianças,
    agravamento de sentimentos negativos no aniversário da data do aborto ou quando exposta a propaganda a favor da liberdade de escolha (do aborto),
    interesse excessivo em mulheres grávidas e em bebês,
    visões ou sonhos com a criança abortada,
    consciência de terem falado com a criança abortada antes do aborto.
    Mulheres que tinham um historia de mais de um aborto induzido referiram com mais frequência:
    um período de forte alívio após o aborto,
    uma história de abuso sexual enquanto crianças,
    ódio aos homens que as engravidaram,
    ter terminado o relacionamento com o seu parceiro após o aborto,
    dificuldade em manter e desenvolver relacionamentos pessoais,
    ter adaptado um comportamento promíscuo,
    ter-se tornado auto-destrutiva,
    começar ou aumentar a utilização de drogas depois do aborto,
    sentimentos de ansiedade,
    medo de Deus,
    medo de outra gravidez,
    medo de ter de recorrer a outro aborto,
    efeitos emocionais tão severos de qualquer atividade em casa, no trabalho ou de qualquer relacionamento pessoal,
    ter experimentado um esgotamento nervoso algum tempo após o aborto induzido.
Saiba como a psicoterapia pode lhe ajudar

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