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"Entre o que eu penso, o que quero dizer, o que digo e o que você ouve, o que você quer ouvir e o que você acha que entendeu, há um abismo."
[Alejandro Jodorowsky]


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“Limitar se a viver dentro da própria  cabeça  é também uma defesa do ego. Enquanto alimentamos nossa obsessão por certas coisas não precisamos sentir. Sentir é abrir a torneira do imenso reservatório de sentimentos congelados, presos pela vergonha tóxico”.
"Amor não é uma substância ou uma essência que nasce com o indivíduo. Amor é uma coisa que se aprende, que se inventa, que se faz. Se sustentar em uma metafísica do amor como algo apenas sublime, e essencialmente romântico pode nos levar ao pior. Amor é uma questão significante. Reduzir o amor a sua faceta mais idealizada, romântica e pueril é no mínimo ingênuo e arriscado. Pois coloca o significante como idêntico a um sentido específico, impondo um único conceito possível, ou certo para o que daremos o nome de amor. 
A narrativa do amor cortês é a tentativa da sublimação do desejo, um refúgio social, uma forma de defesa contra o estranhamento causado pelo desejo. Desde Lacan podemos também pensar o amor como a sublimação do desejo, como um fato cultural..
O amor pode ter muitos nomes, facetas e diversas saídas ... Inclusive mortíferas."
Willian Mac
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"Quando percebem que foram profundamente ouvidas, as pessoas quase sempre ficam com os olhos marejados. Acho que na verdade trata-se de chorar de alegria. É como se estivessem dizendo: “Graças a Deus, alguém me ouviu. Há alguém que sabe o que significa estar na minha própria pele”

Carl Rogers


“Não é o sentimento que se esgota, somos nós que ficamos esgotados de sofrer, ou esgotados de esperar, ou esgotados da mesmice.”

Martha Medeiros


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"A vida tem sua própria sabedoria. Quem tenta ajudar uma borboleta a sair do casulo a mata. Quem tenta ajudar o broto a sair da semente o destrói. Há certas coisas que têm que acontecer de dentro para fora."

Rubem Alves

“A gente não consegue enxergar o que há entre um desgosto e um perdão, entre uma mágoa e uma gargalhada, entre o que a gente era e o que a gente virou. Não tem sido fácil, mas sinto orgulho por ter aprendido a atravessar, em plena luz do dia, o que em mim é sombrio e intrincado. Não me economizo mais. Me gasto.”
Martha Medeiros